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sábado, 11 de março de 2017

Sua mente e o dinheiro: crie uma relação saudável.

M
uita gente entende que cuidar do próprio dinheiro é uma atribuição que requer apenas bons conhecimentos de matemática e algum nível de disciplina. De fato, estes atributos são importantes e precisamos deles, mas tem algo mais, que também precisa ser aplicado e é sobre este atributo tão especial que quero falar hoje: o psicológico.

Somos humanos, portanto, o aspecto psicológico é de fundamental importância e tanto pode contribuir quanto pode destruir o seu trabalho de administrar bem as finanças familiares, devido a crenças e pensamentos que temos, conforme a matéria do site InfoMoney (aqui). O impacto dessas crenças e pensamentos, quando eles são ruins, ainda conforme a matéria resulta em: dificuldades para a formação de um patrimônio, orçamentos domésticos mal conduzidos e dificuldades em aumentar a renda. Enfim, uma situação financeira desfavorável.

Como a matéria não se aprofundou no tema, e nem descreveu quais seriam os principais hábitos e ideias que interferem negativamente na formação financeira, me arrisco aqui a indicar duas possibilidades de crenças que entendo serem aquelas com maior potencial de interferência negativa:

- "Todo rico é desonesto": nos tempos atuais que o Brasil vive, não duvido que haja famílias nas quais esta frase esteja sendo pronunciada, mas é evidente que nem sempre a riqueza é construída sobre os frágeis pilares da desonestidade, e existem exemplos disso, sendo bom procurar e conhecer. Associar necessariamente riqueza a coisas negativas é criar uma poderosa barreira ao sucesso financeiro;

- "Dinheiro não traz felicidade": é claro que sozinho o dinheiro não só não traz felicidade, como também não traz nada, afinal ele é apenas meio, não fim. Se você for dominado pelo dinheiro, o resultado não será bom e aí sim, o dinheiro será de fato um "vil metal" em sua vida. Por outro lado, se a sua relação com o dinheiro é boa, equilibrada, e você tem controle sobre o dinheiro, os resultados tenderão a ser bons, contribuindo para sua felicidade também;

Desta forma, além de aprimorar nossos conhecimentos sobre orçamentos domésticos, modalidades e estratégias de investimentos, taxas de juros e outros atributos financeiros, é preciso cuidar também do nosso lado psicológico, não só para cuidar das finanças, mas da sua vida em geral, aumentando assim as chances de realizarmos nossos sonhos.

Precisamos também construir relações saudáveis com o dinheiro, e esta construção começa pelas ideias que administramos nas nossas mentes, e principalmente, nas mentes das gerações futuras, já que, precisamos de cidadãos capazes de ajudar o Brasil a rever sua realidade econômica.