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quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Ações: se não quiser comprar, alugue!!!!

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odo investidor deseja maximizar a rentabilidade de seus investimentos, e para isto, o mercado, ou seja, os ofertantes dos ativos financeiros criam, desenvolvem e oferecem novas possibilidades, novas modalidades de investimentos, proporcionando assim mais alternativas e ampliando o número de estratégias de investimento que podem ser desenvolvidas e executadas.

Uma dessas possibilidades é o aluguel de ações, um tipo de operação no mercado de renda variável que vem conquistando cada vez mais investidores e viabilizando a consecução de novas estratégias de investimento, com rentabilidades maiores, sem no entanto, implicar em riscos maiores do que os já contidos nesse tipo de investimento, haja vista que os contratos são custodiados e garantidos pela CBLC (Companhia Brasileira de Liquidação e Custódia), ou seja, são mínimos os riscos de segurança jurídica e operacional desse tipo de negócio.

Como funciona o aluguel de ações? O procedimento é o seguinte, em linhas gerais: um investidor possui ações de determinada empresa e não pretende negociá-las no curto prazo. Ele informa à corretora pela qual executa suas ordens de compra e venda que deseja disponibilizar suas ações para alugar. A corretora disponibiliza os ativos no mercado, até que surja um interessado em alugá-las para operar com as mesmas (tomador), normalmente no mercado de arbitragem, no qual um mesmo ativo é negociado em mercados diferentes e este investidor percebe a diferença de preços, ganhando assim, com a diferença. 

A operação de aluguel de ações pode ser bastante vantajosa tanto para quem doa as ações, quanto para quem utiliza as ações alugadas. Para o primeiro, a vantagem está no fato de que terá ganhos adicionais (aluguel) sobre as ações, além dos dividendos, juros sobre capital próprio e dos ganhos de capital, que são a própria valorização das ações. Esse ganho (aluguel) é muito interessante, especialmente se o valor das ações sofrer baixa no período, pois contrabalança essa possível perda. Para o locatário das ações, o ganho está nas operações que ele poderá fazer, sempre imaginando que o valor do ativo (ação objeto do aluguel) vai cair e ele poderá repor as ações do locador a preços menores e aí, é onde ele ganhará.

Assim, o aluguel de ações é mais uma chance para que aqueles que desejam ganhar mais (um ganho adicional fixo e portanto, consistente e seguro) com a renda variável possam fazê-lo e dessa forma, alcancem sua independência financeira mais cedo, ainda mais se o objetivo do locador das ações for sua manutenção durante um prazo mais longo, de pelo menos 3 anos, já que também há custos envolvidos. E para quem não pretende manter o investimento em ações por muito tempo, pode fazer operações rápidas e ganhar sem precisar se comprometer. Vale a pena pesquisar mais!