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terça-feira, 10 de abril de 2012

Compartilhamento de bens: uma ótima sacada!


A
qui mesmo, no Enriquecimento Total, o Adriano abordou uma questão interessante (clique aqui), referente à aquisição de imóveis de veraneio, um desejo típico quando as famílias melhoram seu poder aquisitivo. Além disto, o artigo nos mostra também, de forma bastante pertinente, as implicações financeiras e de outros cuidados que este tipo de aquisição exige. Afora isto tudo, há ainda a limitação decorrente do fato de que poucos podem ter mais de um imóvel de veraneio, ou seja, todos períodos de folgas teriam de ser desfrutados sempre no mesmo lugar para que não haja desperdícios.


Como sempre vale a pena economizar, quando feito de forma inteligente e sem comprometer seus sonhos, está havendo um franco crescimento de um mercado de aquisição de bens que preconiza exatamente o uso inteligente do dinheiro: é o mercado de compartilhamento de bens, ou time share, se preferirem. Esta é uma modalidade de aquisição de bens de luxo, que são caros demais para 99% das pessoas, mas que sob esta modalidade possibilita a aquisição para muito mais pessoas, porque consiste em comprar e utilizar tais bens de forma cotizada, ou seja, com outros "sócios", sob um regime de organização que até o momento tem se mostrado eficiente e capaz de atender à demanda dos usuários.

Esta modalidade de compra tem algumas importantes vantagens, que justificam plenamente a aquisição dos bens, desde que, evidentemente, haja condições financeiras reais para tal, afinal estamos falando de carros de luxo, iates, helicópteros e imóveis de veraneio muito confortáveis e luxuosos, que mesmo sob regime time share requerem grandes somas de dinheiro, mas vamos às vantagens:

- As despesas de manutenção também são compartilhadas entre os "sócios";

- A responsabilidade pela manutenção é da empresa que comercializa estes bens;

- As despesas com os danos são de responsabilidade exclusiva do "sócio" que as provocou;

- É possível vender sua parte para outro usuário quando o bem não interessa mais, ou seja, a imobilização do dinheiro é mais fácil de ser revertida;

- Não há perdas com a depreciação, que atinge veículos, e a desvalorização dos imóveis de veraneio, que ocorre quando o local deixa de ser "da moda";

- Por fim, verificamos que a relação custo/benefício é efetivamente melhor do que a aquisição convencional.

Para saber um pouco mais sobre o compartilhamento de bens, você pode clicar aqui e aqui. Desta maneira, é possível entender porque os ricos são ricos: é porque entre outras coisas, eles não desperdiçam dinheiro. Mesmo o seu luxo é atendido de forma financeiramente inteligente, sem endividamentos desnecessários. Este é um aspecto fundamental e que pode fazer toda a diferença.

Até mais!!!!!