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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Mercado de ações: estratégia é fundamental (parte II)

No nosso último artigo (clique aqui), havíamos abordado alguns aspectos que concorrem decisivamente para a formulação de uma estratégia de investimento em ações, e mais que isso, para uma estratégia de sucesso. Lendo um ótimo artigo disponível no Valor Econômico, ficou ainda mais evidente a importância de definir uma estratégia, já que o seu autor, Marcelo D´Agosto, fala em dois tipos de estratégia:

1. “top-down”: é o investimento feito "de cima pra baixo", onde as escolhas de como aplicar os recursos seguem as questões de macroeconomia, como setores em ascensão, além de projetos e leis que tendem a melhorar a situação de determinados setores.
2. “bottom-up”: é o chamado investimento "de baixo pra cima", que considera o potencial de valorização dos ativos sem maiores preocupações com os aspectos macroeconômicos.

E mais que apenas definir, o autor defende que a “bottom-up” é a melhor alternativa de estratégia e eu concordo, considerando que decisões de investimento precisam seguir um planejamento de longo prazo, estratégico, e o perfil do investidor, e, portanto, não deveriam se movimentar como uma folha de árvore ao vento, sem direção.

O outro aspecto destacado na reportagem é a queda no consumo das famílias, já que houve recente aumento da inflação e dos juros, que agora estão em queda. Isto não é surpresa, tendo em vista que antes disto, os juros estavam mais baixos e havia mais facilidades de crédito, para uma população com nível de educação financeira não tão elevado, o que resultou em exagero nas compras e conseqüente aumento da inflação. Outra vez, a falta de educação financeira, de planejamento e de controle orçamentário contribuiu para dificultar a vida da economia brasileira. 

Até a próxima!