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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Vai para a bolsa em 2012? Faça a lição de casa antes (por André Massaro)


Para a maioria dos investidores, em especial aqueles menos experientes, 2010 e 2011 são anos para serem esquecidos. Nesses dois anos, as principais ações testaram a paciência e os nervos dos investidores. Foi um período realmente difícil, ainda mais para quem assistiu o grandioso mergulho das ações em 2008 seguido de surpreendente recuperação.
Para o investidor que trabalha baseado em tendências, o cenário que ocorreu em 2010 e 2011 é o pior possível: aquilo que no jargão se chama de “mercado de lado”

Guy Fawkes, Hippies, Primavera Árabe e os Indignados do século XXI

A humanidade passa por movimentos cíclicos, como aprendemos na escola. E, ao observarmos direito, perceberemos sempre uma repetição de questionamentos e de desejos coletivos, mesmo que com outras cores e intensidades. Como disse o naturalista Lavoisier, “(...) nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”.
Nosso leitor e colega Leonardo Magnavita nos apontou o recente movimento dos Indignados, também conhecido como “Ocupe Wall Street” e perguntou-nos nosso pensamento a respeito.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Ações: Grafismo X Fundamentalismo

Olá, pessoal!

Vamos falar hoje um pouco mais sobre mercado de ações, mais especificamente sobre as formas de analisar ações e adquirir informações para escolher quais ações comprar dentre as muitas opções disponíveis no mercado. Basicamente existem duas formas de análise: a análise gráfica e a análise fundamentalista.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Pensamentos sobre dinheiro...

O Adriano Duarte, em seus últimos artigos postados neste blog, tem ressaltado aspectos importantes, como o poder do  pensamento em nossas vidas. Ele sempre destaca que só chegam à riqueza, aqueles que tem pensamentos de riqueza, o que me leva a crer que as palavras são um resultado mais concreto desta assertiva, e que em alguns casos antecedem às ações.

Desta forma, trouxe para vocês cinco citações sobre dinheiro e riqueza, que considero muito significativas e dotadas de grande valor:

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A diferença entre o Ser e o Ter

A grande maioria das pessoas tem dificuldades em enriquecer por achar que a riqueza reside no ter, quando na verdade ser rico é um estado de espírito. Uma pessoa possuidora de muitos bens pode ser considerada pobre, enquanto uma pessoa que vive num casebre, com apenas a roupa do corpo, pode ser muito rica. Como isso é possível?
Depende do ponto de vista, partindo de uma definição do que seja a riqueza. Eu, particularmente, adoto a definição do Prof. Masaharu Taniguchi, fundador da Seicho-No-Ie: “riqueza é tudo aquilo que beneficia o homem”.

domingo, 9 de outubro de 2011

Investimentos: Novos tempos e novas estratégias.

Caros,

Nesta semana, tive a oportunidade e a satisfação de fazer um comentário sobre o atual cenário econômico, no I Encontro Nordestino dos Regimes Próprios de Previdência, realizado em Petrolina-PE, representando o Banco do Nordeste junto com o colega Marcos Freire, da Superintendência de Pernambuco.

No meu comentário, entre outras coisas, abordei um importante aspecto do cenário econômico brasileiro:

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A medida da filantropia

Nas poucas vezes que assisto aos programas de TV dominicais, geralmente me interesso pelos quadros filantrópicos, aqueles em que a produção do programa recebe cartas pedindo para reformar casas e/ou melhorar a qualidade de vida de algum telespectador. Acho muito interessante a reação das pessoas envolvidas direta ou indiretamente nestes “atos de caridade”, bem como a questão da espetacularização dos supostos bons atos.
Obviamente, em toda essa suposta bondade dos apresentadores de TV e seus patrões, há uma grande jogada de marketing que movimenta milhões de reais a cada programa.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Como usar o cartão de crédito

Meus Caros,

Tenho percebido que recentemente vem acontecendo uma discussão mais intensa a respeito do papel do cartão de crédito nas finanças das famílias, por ser um instrumento de compra amplamente utilizado, que de fato é útil no cotidiano, mas que também tem um potencial altamente destrutivo para a organização financeira das pessoas, se mal utilizado.

sábado, 1 de outubro de 2011

Casamento e filhos: despesa ou investimento?

Não é difícil encontrar entre nossos amigos, no convívio diário ou nas redes sociais, comentários sobre as agruras de um casamento e de se ter filhos. Para muitos, os tempos estão “bicudos”, casar não é uma opção, cônjuge e filhos são uma fonte de despesas constante, além da perda da liberdade individual.
Outras pessoas, porém, advogam um pensamento antigo (muito comum entre nossos avós) de que os filhos são a garantia de uma aposentadoria tranquila na velhice, ou que deve-se procurar um bom partido, preferencialmente com grandes dotes econômicos, para ter uma vida conjugal confortável e feliz. Nada mais equivocado!