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segunda-feira, 5 de setembro de 2011

A melhor maneira de economizar

Olá, caros leitores!

Nós já falamos uma vez neste blog sobre a importância do orçamento para a independência financeira (clique aqui), ressaltando sempre que não pratiquemos apenas uma mera economia ou por sovinice, mas sim o aproveitamento eficiente de seu dinheiro.


Hoje, vamos aprofundar esta discussão, tratando mais detalhadamente sobre o que podemos fazer para ser mais eficiente no uso do nosso dinheiro, e portanto, ter um orçamento devidamente ajustado e que será o trampolim para a nossa independência financeira.

No artigo que foi citado, abordamos as despesas, sugerindo de forma menos aprofundada a proposta de José Pio Martins, em seu livro "Educação Financeira ao Alcance de Todos”, de dividir as despesas em: obrigatórias fixas, obrigatórias variáveis, não-obrigatórias fixas e não obrigatórias variáveis. Agora, falaremos em mais detalhes:

- Obrigatórias Fixas: são despesas essenciais, cujo valor é conhecido, e que só poderiam ser reduzidas mediante medidas radicais. Ex: aluguel e condomínio.
- Obrigatórias Variáveis: também são despesas essenciais, mas que podem ser reduzidas. Ex: alimentação e vestuário.
- Não-Obrigatórias Fixas: são despesas não-essenciais e que só podem ser eliminadas, não podendo ser reduzidas. Ex: título de clube.
- Não-Obrigatórias Variáveis: despesas não-essenciais, que tanto podem ser eliminadas quanto ajustadas. Na minha opinião, são as primeiras que devem  ser consideradas para o ajuste orçamentário. Ex: TV por assinatura, cinema, salão de beleza, celular, livros, CDs, etc...

Sabendo quais são as despesas de cada grupo, teremos um caminho de ajustes a traçar, começando pelo que for mais fácil de controlar e depois, evoluindo para o que for mais difícil de ajustar, considerando se há viabilidade, evidentemente. Além disto, voltando ao artigo que citamos, é importante que o controle seja constante.

Desta forma, seremos mais eficientes no uso do nosso dinheiro, além de que o orçamento nos revelará se precisamos aumentar a nossa renda, além de economizar, afinal, nem sempre o problema é com as nossas despesas, ainda mais para quem reside nas capitais com altos custos de vida (Brasília, São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador, por exemplo).

Um abraço a todos e até a próxima!!!!!