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segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Tesouro Direto: uma alternativa de independência financeira

Olá, Caros Leitores!

Lendo este artigo no blog do Educador Financeiro André Massaro (clique aqui), verifiquei que o número de investidores no Tesouro Direto vem crescendo em boa proporção, o que se configura em um importante fenômeno de Educação Financeira, mas você pode estar se perguntando: "o que é esse tal de Tesouro Direto?"


O Tesouro Direto é a compra e venda de títulos da dívida pública, do Governo Federal. Quando adquirimos títulos, estamos financiando ou emprestando dinheiro ao Governo Federal, para que realize investimentos, que trazem retorno inclusive financeiro (alternativa mais adequada) ou possa arcar com suas despesas de salários e outros custeios (alternativa menos adequada), que não trazem retorno financeiro. Quando vendemos os títulos, recebemos o valor investido acrescido de juros, ou seja, é como se cobrássemos o Governo Federal por suas dívidas. O Tesouro Direto também é considerado uma alternativa de investimento de baixo risco.

O motivo principal deste aumento na demanda pelo Tesouro Direto, em minha opinião, se dá pela rentabilidade, que é aumentada pelo fato de que não há cobrança de taxas de administração por parte de bancos ou outras instituições financeiras, o que nos remete a outro artigo publicado neste blog (clique aqui). Então, percebe-se que há uma busca por alternativas que proporcionem melhores resultados.

No caso do Tesouro Direto, a rentabilidade normalmente é muito mais atraente que a da caderneta de poupança, com risco menor que o envolvido no mercado de ações, o que faz deste investimento um "meio-termo", que se faz importante para qualquer estratégia de independência financeira.

Além disto, significa também que os investidores estão menos acomodados e mais dispostos a conhecer melhor a dinâmica de mercado desta modalidade de investimento, outro ganho importante para quem está aplicando.

Até a próxima!