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sexta-feira, 10 de junho de 2011

Diversificação: fazer ou não fazer?

E aí, pessoal? Tudo bem com vocês?

Hoje vamos falar de algo que divide opiniões quando o assunto é investimentos: trata-se da possibilidade da diversificação. Mas afinal, o que é diversificar os investimentos? E quais são as opiniões que existem a respeito disso?

Vamos por partes: diversificar os investimentos é o ato de tentar minimizar os riscos, aplicando seu dinheiro em mais de um ativo. Por exemplo: aplicar 50% dos seus recursos em poupança e 50% em fundos de investimento em ações.

Quanto às opiniões, há quem defenda a diversificação, com o argumento de que um mau momento em um dos ativos não significará necessariamente que toda a carteira (conjunto) de investimentos seja comprometido. Por outro lado, há quem seja crítico feroz, argumentando que se a diversificação evita a concentração de riscos (e de perdas quando acontecem), não permite que os ganhos sejam plenamente aproveitados.

Quem pensa assim, como Robert Kiyosaki, acha que os riscos são inerentes a quem não conhece direito os ativos em que investe, ou como ele diz no seu livro, "Pai Rico, Pai Pobre": "Investir não é arriscado. Arriscado é o investidor", ou ainda "Só invista naquilo que você entende". E se você quer mais opiniões (clique aqui), para ver quem defende a diversificação ainda mostrar em qual momento de sua trajetória ela deve ser feita.

Eu vou apenas completar, dizendo que caso você opte pela diversificação, escolha ativos que tenham correlação negativa entre si (saiba mais), ou seja, a queda de um significa ganho do outro, por exemplo: dólar e ações. Caso você não queria diversificar, invista (antes de adquirir) em informações sobre o ativo que vai concentrar todo o seu investimento.

Até a próxima, meus amigos!