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sábado, 26 de março de 2011

O poder dos pequenos valores (Parte I)

Amigos,

Uma discussão que existe e relaciona-se a comportamento financeiro, diz respeito à importância ou não de guardar pequenos valores. De cara, tomo partido favorável a administrar os pequenos valores com cuidado parecido com o que damos aos grandes valores.

Pequenos valores são, por exemplo, moedas recebidas como troco de compras na padaria. Estes valores, isoladamente são irrisórios, mas podem ocorrer várias vezes ao longo de um período, que pode, por exemplo, ser de um mês. Imaginemos que em uma residência, faça-se compras na padaria a cada dois dias, com R$ 0,50 de troco. R$ 0,50 a cada dois dias, significam R$ 7,50 ao fim de um mês. Ao fim de seis meses serão R$ 45,00 guardados, que podem servir para pagar (ou ajudar a pagar) uma conta ou podem ser depositados em uma caderneta de poupança.

Como poderemos ver neste artigo (clique aqui), há uma preocupação muito grande com este fenômeno, chamado pelos economistas de "entesouramento", que resulta na falta de moedas circulando na economia. Por isto é que se recomenda que, quando guardar moedas, depois de algum tempo deposite este valor num banco, permitindo assim a circulação das moedas sem que você interompa seus planos pelo meio.

Há ainda aqueles que dirão coisas como: "você é um pão-duro", "deixe de ser mesquinho", "é por isso que o supermercado nunca me dá o troco certo" e coisas parecidas. Não se preocupe com isso, faça o que você tem de fazer e atinja seus objetivos. Essa economia serve inclusive como exemplo para as crianças, que precisam também ser educadas financeiramente, confome já citamos neste blog (clique aqui).

No próximo post, vamos mostrar exemplos práticos de como alcançar objetivos (pequenos e grandes) com esta prática de administrar pequenos valores, não só moedas, mas valores um pouco maiores, economizados diretamente do seu salário.

Abraço e até a próxima,