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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Ano Novo, Enriquecimento Total!

Com a passagem do aniversário do Enriquecimento Total em outubro e a chegada de um Novo Ano, resolvemos dar uma repaginada no nosso blog e teremos muitas novidades para 2012. A primeira mudança, já divulgada e experimentada por nossos leitores, foi o novo domínio www.enriquecimentototal.com, mais fácil de digitar e memorizar.
A partir de 02 de janeiro, o blog estreará um novo layout e uma nova logomarca, mais ilustrativa de nossos pensamentos e perspectivas. Acrescentaremos também novos gadgets que facilitarão o acompanhamento da publicação de nossos artigos através das redes sociais

Dar a Deus o que é de Deus


Quando pensamos no Natal, provavelmente a primeira coisa que nos vem à mente são os presentes, a ceia em família e, inevitavelmente, o que antecede os bons momentos: corrida aos shoppings para comprar os presentes, enfrentar supermercados lotados para adquirir os itens da ceia de Natal, mulheres se revezando na cozinha a preparar os quitutes, etc. Enfim, dada a importância que as festas de fim de ano têm para o comércio e os setores produtivos em geral, focou-se muito no consumo e perdeu-se o sentido original das manifestações natalinas: recordar a vinda do Filho de Deus a este mundo, a fim de nos proporcionar paz de espírito.

domingo, 25 de dezembro de 2011

Mensagem de Final de Ano (por Álvaro Modernell)

Ao ser convidado pelos amigos do Blog Enriquecimento Total para escrever uma mensagem de final de ano aos leitores, além da satisfação pelo convite, senti uma dúvida: o que enfocar?

Viradas de ano sempre são épocas motivadoras para reflexão, mudanças, começos. E num blog de finanças pessoais e educação financeira o assunto não poderia ser outro: dinheiro. Dinheiro que nos traz riqueza. Mas não a riqueza total. Essa é bem mais ampla. Menos efêmera. Muito mais profunda.

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Reportagem: Cuidado com o endividamento

Caros,

Vejam esta excelente reportagem da TV Baiana, daqui de Salvador, sobre endividamento. Dela participou o economista Marcelo Ferreira (clique aqui)

Até a próxima e um Feliz Natal a todos!

sábado, 17 de dezembro de 2011

Deixe seu planejamento financeiro ainda melhor...

O planejamento, definido de forma bem simples é o conjunto de ações que prevemos que vamos realizar, para sair de uma determinada situação para outra situação, evidentemente melhor. Então, ao planejar nós pensamos no que deveremos fazer para alcançar a tal situação futura melhor e buscamos simular o que pode acontecer de positivo e de negativo durante o processo e se prosseguiremos ou precisaremos corrigir o rumo das ações.

No planejamento financeiro não é muito diferente.

segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

O paradigma da nova rica


Certamente muitas de nossas leitoras assistem as telenovelas e, quase que invariavelmente, as histórias possuem alguma personagem de origem humilde que, de repente, enriquece e encontra um par bonito e nascido em berço de ouro. Ou alguma garota que se considera feia e, através de um golpe do destino, torna-se bonita e rica, conquistando o grande amor da sua vida. O interessante é observar que, diferentemente de personagens masculinos, as heroínas costumam colocar os relacionamentos acima do dinheiro, por um lado pela ideia de que "dinheiro não traz felicidade" e por outro pela de que "dinheiro é o vil metal" e se dá melhor com os vilões.

Mais com menos


Uma tendência na sociedade moderna é considerar que para ter mais, é preciso fazer mais. Trata-se de um raciocínio, digamos, cartesiano, onde as coisas funcionam de maneira diretamente proporcional. Mas, assim como na matemática, na vida cotidiana essa verdade não é absoluta. Quase todas as pessoas aceitam a ideia de que uma minoria da população mundial detem a maior parte das riquezas disponíveis. Da mesma forma, não é absoluta a ideia de que, para termos mais riquezas, precisamos trabalhar mais ou nos esforçar mais.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Mercado de ações: estratégia é fundamental (parte II)

No nosso último artigo (clique aqui), havíamos abordado alguns aspectos que concorrem decisivamente para a formulação de uma estratégia de investimento em ações, e mais que isso, para uma estratégia de sucesso. Lendo um ótimo artigo disponível no Valor Econômico, ficou ainda mais evidente a importância de definir uma estratégia, já que o seu autor, Marcelo D´Agosto, fala em dois tipos de estratégia:

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Mercado de ações: estratégia é fundamental

Caros Amigos,

Li uma reportagem do Estadão (clique aqui), na qual especialistas apresentam uma perspectiva de muita instabilidade para o mercado de ações brasileiro para o ano de 2012, ou seja, quem investe ou quer começar a investir em ações precisará ter muito "sangue frio" e muita determinação como características comportamentais fundamentais.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

Karnani e o paradoxo do (micro)crédito

Semana passada alguns colegas de trabalho que trabalham no setor de microfinanças estavam discutindo as declarações do economista indo-sudanês Aneel Karnani acerca do microcrédito, publicadas na revista Exame. A revista, como todo veículo de comunicação brasileiro, estampou em letras garrafais: “O microcrédito não acaba com a pobreza”. Analisemos com calma.
Na entrevista, Karnani destila seu ceticismo com o microcrédito, por considerar que este “romantiza a pobreza”. Diferentemente do que acredita Karnani, não é o microcrédito que romantiza a pobreza, mas sim a cultura política dos países em desenvolvimento.

sábado, 26 de novembro de 2011

Pensamentos sobre dinheiro (parte II)

Ainda na perspectiva de que o pensamento tem poder sobre nossas vidas e de que só chegam à riqueza aqueles que efetivamente tem pensamentos de riqueza, resolvi dar continuidade a nosso outro artigo (clique aqui) trazendo mais citações sobre dinheiro e riqueza, que valem muito e podem nos ajudar a conduzir nossas finanças:

- "O errado não é a criação de riqueza, mas o amor ao dinheiro por si só." (Margareth Thatcher):

domingo, 13 de novembro de 2011

Endividamento Familiar: você sabe medir?

Oi, pessoal!

Uma preocupação muito pertinente na educação financeira é com o endividamento das famílias, afinal, um endividamento excessivo será sinônimo de famílias que não realizam sonhos, que vivem apenas para trabalhar e pagar juros e não formam patrimônio. Então, é claro que precisamos saber duas coisas sobre a composição de nossas dívidas:

1 - Estas dívidas são boas ou ruins?

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Estilo de vida e Luxo são a mesma coisa?

Lendo este texto (clique aqui), pude reforçar a crença que já tinha, de que é possível ser feliz com uma boa condição financeira, sem necessariamente ter grandes luxos. O casal citado, de sexagenários bem posicionados financeiramente, que são os pais da autora, optam por um estilo de vida mais frugal, mas dedicam-se a um prazer que só é possível para que dispõe de algum dinheiro: viajar e aproveitar o que há de bom nas culturas de outros países.

Este tipo de decisão, com êxito, reafirma algo em que nós, do Enriquecimento Total, também acreditamos: o sucesso financeiro depende de prioridades e também de assumir as consequências dos nossos atos.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

FGTS: seu aliado na luta pela casa própria

Um dos maiores sonhos de todos os brasileiros, se não o maior deles, é a aquisição da casa própria. Deixar de pagar aluguel é um benefício que embala o sono de milhões de pessoas todas as noites. Muitos economizam e planejam anos a fio em nome deste objetivo. E é muito bom que isto ocorra, porque ter objetivos claramente definidos é fundamental para o êxito financeiro (clique aqui).

A luta pela conquista do imóvel próprio tem um aliado importante: o bom e velho FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço),

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Vai para a bolsa em 2012? Faça a lição de casa antes (por André Massaro)


Para a maioria dos investidores, em especial aqueles menos experientes, 2010 e 2011 são anos para serem esquecidos. Nesses dois anos, as principais ações testaram a paciência e os nervos dos investidores. Foi um período realmente difícil, ainda mais para quem assistiu o grandioso mergulho das ações em 2008 seguido de surpreendente recuperação.
Para o investidor que trabalha baseado em tendências, o cenário que ocorreu em 2010 e 2011 é o pior possível: aquilo que no jargão se chama de “mercado de lado”

Guy Fawkes, Hippies, Primavera Árabe e os Indignados do século XXI

A humanidade passa por movimentos cíclicos, como aprendemos na escola. E, ao observarmos direito, perceberemos sempre uma repetição de questionamentos e de desejos coletivos, mesmo que com outras cores e intensidades. Como disse o naturalista Lavoisier, “(...) nada se perde, nada se cria, tudo se transforma”.
Nosso leitor e colega Leonardo Magnavita nos apontou o recente movimento dos Indignados, também conhecido como “Ocupe Wall Street” e perguntou-nos nosso pensamento a respeito.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Ações: Grafismo X Fundamentalismo

Olá, pessoal!

Vamos falar hoje um pouco mais sobre mercado de ações, mais especificamente sobre as formas de analisar ações e adquirir informações para escolher quais ações comprar dentre as muitas opções disponíveis no mercado. Basicamente existem duas formas de análise: a análise gráfica e a análise fundamentalista.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Pensamentos sobre dinheiro...

O Adriano Duarte, em seus últimos artigos postados neste blog, tem ressaltado aspectos importantes, como o poder do  pensamento em nossas vidas. Ele sempre destaca que só chegam à riqueza, aqueles que tem pensamentos de riqueza, o que me leva a crer que as palavras são um resultado mais concreto desta assertiva, e que em alguns casos antecedem às ações.

Desta forma, trouxe para vocês cinco citações sobre dinheiro e riqueza, que considero muito significativas e dotadas de grande valor:

terça-feira, 11 de outubro de 2011

A diferença entre o Ser e o Ter

A grande maioria das pessoas tem dificuldades em enriquecer por achar que a riqueza reside no ter, quando na verdade ser rico é um estado de espírito. Uma pessoa possuidora de muitos bens pode ser considerada pobre, enquanto uma pessoa que vive num casebre, com apenas a roupa do corpo, pode ser muito rica. Como isso é possível?
Depende do ponto de vista, partindo de uma definição do que seja a riqueza. Eu, particularmente, adoto a definição do Prof. Masaharu Taniguchi, fundador da Seicho-No-Ie: “riqueza é tudo aquilo que beneficia o homem”.

domingo, 9 de outubro de 2011

Investimentos: Novos tempos e novas estratégias.

Caros,

Nesta semana, tive a oportunidade e a satisfação de fazer um comentário sobre o atual cenário econômico, no I Encontro Nordestino dos Regimes Próprios de Previdência, realizado em Petrolina-PE, representando o Banco do Nordeste junto com o colega Marcos Freire, da Superintendência de Pernambuco.

No meu comentário, entre outras coisas, abordei um importante aspecto do cenário econômico brasileiro:

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

A medida da filantropia

Nas poucas vezes que assisto aos programas de TV dominicais, geralmente me interesso pelos quadros filantrópicos, aqueles em que a produção do programa recebe cartas pedindo para reformar casas e/ou melhorar a qualidade de vida de algum telespectador. Acho muito interessante a reação das pessoas envolvidas direta ou indiretamente nestes “atos de caridade”, bem como a questão da espetacularização dos supostos bons atos.
Obviamente, em toda essa suposta bondade dos apresentadores de TV e seus patrões, há uma grande jogada de marketing que movimenta milhões de reais a cada programa.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Como usar o cartão de crédito

Meus Caros,

Tenho percebido que recentemente vem acontecendo uma discussão mais intensa a respeito do papel do cartão de crédito nas finanças das famílias, por ser um instrumento de compra amplamente utilizado, que de fato é útil no cotidiano, mas que também tem um potencial altamente destrutivo para a organização financeira das pessoas, se mal utilizado.

sábado, 1 de outubro de 2011

Casamento e filhos: despesa ou investimento?

Não é difícil encontrar entre nossos amigos, no convívio diário ou nas redes sociais, comentários sobre as agruras de um casamento e de se ter filhos. Para muitos, os tempos estão “bicudos”, casar não é uma opção, cônjuge e filhos são uma fonte de despesas constante, além da perda da liberdade individual.
Outras pessoas, porém, advogam um pensamento antigo (muito comum entre nossos avós) de que os filhos são a garantia de uma aposentadoria tranquila na velhice, ou que deve-se procurar um bom partido, preferencialmente com grandes dotes econômicos, para ter uma vida conjugal confortável e feliz. Nada mais equivocado!

sábado, 24 de setembro de 2011

O brasileiro sabe poupar?

Caros,

Outro dia, eu estava lendo uma reportagem do infomoney, a partir de uma pesquisa realizada pela Fecomercio-RJ (Federação do Comércio do Estado do Rio de Janeiro), sobre os hábitos de poupança dos brasileiros e o principal resultado da pesquisa foi: 77% dos brasileiros aplicam recursos na caderneta de poupança, sendo que 45% o fazem com objetivos de longo prazo ou para arcar com eventualidades.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Comprar ou consertar? O que fazer?

Olá, pessoal!

Entre as inúmeras decisões de compra que precisamos tomar todos os dias, podem surgir decisões do tipo "comprar novo ou consertar o velho?", então surge a dúvida sobre até que ponto vale mesmo a pena consertar o produto antigo. Dizem que no Japão a população é tão abastada, que nunca consertam seus produtos, simplesmente jogam fora e compram novo. Eu não sei se isto é verdade, apenas sei que no Brasil não somos tão ricos assim e que em algumas situações, consertar ainda é a melhor alternativa.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Boas Intenções S.A.


Recentemente li a matéria na Pequenas Empresas Grandes Negócios de agosto deste ano sobre as empresas que ganham dinheiro com atividades ligadas à sustentabilidade e ao bem estar social. Trata-se de uma importante área de negócios que vem se expandindo gradualmente e que encontra terreno fértil nas incertezas da economia mundial após crise de 2008.

domingo, 11 de setembro de 2011

Finanças Pessoais: vamos ser realistas!

Caros,

Na semana passada, eu li o livro "Livre-se das dívidas", de Reinaldo Domingos. A obra trata, evidentemente, do endividamento, que é um aspecto que interessa a muitos brasileiros e além disto, foca nas questões de: superação do endividamento, que pode derivar em construção da independência financeira, e definição de dívidas de valor e dívidas sem valor, ou seja, dívidas que "precisam" ser contraídas e dívidas que não precisamos contrair.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

A melhor maneira de economizar

Olá, caros leitores!

Nós já falamos uma vez neste blog sobre a importância do orçamento para a independência financeira (clique aqui), ressaltando sempre que não pratiquemos apenas uma mera economia ou por sovinice, mas sim o aproveitamento eficiente de seu dinheiro.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Economia global: o que eu tenho a ver com isso?

Amigos,

Normalmente, quando falamos de educação financeira, pensamos em questões relacionadas ao orçamento familiar e relacionadas ao comportamento do consumo das famílias, ou seja, questões individuais. Entretanto, nós vivemos em uma economia capitalista, e principalmente, globalizada. O que isto significa? Que fatores da economia global vão interferir nas suas decisões financeiras, ainda que não seja tão fácil estabelecer esta ligação.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Ações: dá para começar com pouco...

Amigos,

Há um pensamento comum a respeito do mercado de ações, que define-o como uma modalidade de investimento cara, que exige montantes de dinheiro bastante elevados. Consideremos que uma ação preferencial da Petrobras custava (em 25/08/2011) R$ 19,86. Tendo em vista que o lote contém 1.000 ações, o investimento em apenas um lote seria de R$ 1.986,00 (ignorando os custos adicionais, de corretagem, emolumentos e custódia). Para um pequeno investidor seria inviável, ou quase, praticar uma estratégia de diversificação de ações.

domingo, 21 de agosto de 2011

Restituição do Imposto de Renda: o que fazer com ela?

Amigos,

Estou postando uma entrevista (clique aqui) que concedi por telefone ao excelente jornalista Jefferson Beltrão, da Rádio CBN Salvador, no dia 15/06/2011, abordando possibilidades para o uso do dinheiro que vem da restituição do Imposto de Renda.
Então, espero que gostem e consigam extrair alguma idéia que facilite a vida de vocês.

Forte abraço e até a próxima!

sábado, 20 de agosto de 2011

É fácil enriquecer no Brasil?

Olá, Pessoal!

O Brasil é um país que sob diversos aspectos chama a atenção. Charles de Gaulle, presidente francês, chegou a dizer uma vez: "O Brasil é um país que não deve ser levado a sério". Diante de uma série de coisas que acontecem por aqui, fica mesmo difícil refutar esta afirmação, e agora vamos falar de uma delas, fundamental para o nosso processo de independência financeira: a ambiência.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

A Crise?


Anos atrás assisti a um filme francês chamado “A Crise?”, uma comédia dirigida por Coline Serreau, conhecida por ter dirigido a versão original (em francês) do filme “Três solteirões e um bebê”. O filme conta as aventuras e desventuras de um homem que vive uma crise conjugal e vai buscar um ombro amigo. Mas antes que possa desabafar, seus amigos começam a contar os próprios dramas pessoais e o protagonista acaba virando um confidente de todos. A lição que o filme traz é que, antes de querermos ser ajudados, devemos ajudar: ao ajudar os outros, acabamos resolvendo os nossos próprios problemas.

sábado, 13 de agosto de 2011

ETFs: mais uma possibilidade de investir em ações

Olá, pessoal!

Eu imagino que ao ler o título deste artigo, você possa ter se perguntado alguma coisa do tipo "esse cara é doido? O mercado de ações numa pior e ele vem me falar em mais possibilidades de investir de ações...", mas eu ressalto: não enlouqueci. Apenas estou trazendo uma questão que já queria abordar há algum tempo e como o mercado de ações é o assunto do momento (ou um dos mais importantes), achei que seria pertinente.

terça-feira, 9 de agosto de 2011

Bolsa de Valores: Não perca o sono, nem mesmo durante a crise!

Olá, Amigos!

Uma "segunda onda" da crise econômica iniciada em 2008 está produzindo resultados nefastos nas economias de diversas potências econômicas, com óbvio destaque para a maior delas: os Estados Unidos, que nesta semana perderam seu status de segurança absoluta em relação à adimplência dos títulos de sua dívida pública.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Tesouro Direto: uma alternativa de independência financeira

Olá, Caros Leitores!

Lendo este artigo no blog do Educador Financeiro André Massaro (clique aqui), verifiquei que o número de investidores no Tesouro Direto vem crescendo em boa proporção, o que se configura em um importante fenômeno de Educação Financeira, mas você pode estar se perguntando: "o que é esse tal de Tesouro Direto?"

sábado, 30 de julho de 2011

A Saúde Financeira dos Casais

Olá, Pessoal!

Hoje vamos voltar a abordar uma questão importante para nosso progresso financeiro: a saúde financeira dos casais. Nós já vimos neste blog, que a vida financeira muda radicalmente quando passamos de solteiros a casados (clique aqui) e desta maneira, a forma como conduzimos nossas finanças no casamento podem inclusive deteriorar a relação.

domingo, 24 de julho de 2011

O Poder das Escolhas


Após cinco meses afastado do blog, por conta de um MBA, estou retornando. Senti muita falta de escrever, mas a necessária dedicação aos estudos não me dava espaço. Foi um período corrido e cansativo, mas valeu a pena. Retornei com mais bagagem e muita coisa nova para partilhar.
Justo enquanto acessava a Internet em busca de alguma notícia interessante – já que não tenho assistido aos telejornais ultimamente – fiquei sabendo da morte de Amy Winehouse. Apesar de não ser um fã incondicional, gosto muito das músicas de Amy, especialmente do consagrado álbum “Back to Black”.

domingo, 17 de julho de 2011

Cássia D´Aquino: uma proposta diferente de educação financeira

Olá, Meus Amigos!

Hoje eu estava lendo a revista Você S/A, edição 157 (Julho/2011) e me chamou a atenção uma reportagem sobre a educadora financeira mineira Cássia D´Aquino. Ela tem uma forma de educar financeiramente que não é tão ortodoxa, e por isto mesmo, considero interessante, já que não se amarra a padrões pré-estabelecidos e avalia as situações que chegam a ela individualmente, considerando aspectos que normalmente não são pensados na educação financeira.

sábado, 9 de julho de 2011

Previdência Complementar: É uma boa?

Olá, Meus Caros!

Hoje vamos conversar sobre previdência complementar, que é um assunto bastante debatido, e até certo ponto é polêmico também. Há aqueles que a defendem como a melhor alternativa de investimentos (principalmente quem vende esse produto) e há os que não vêem vantagem ou vêem muito pouca vantagem em aplicar seu dinheiro na previdência.

quarta-feira, 29 de junho de 2011

Os oráculos da bolsa

Olá, pessoal! Tudo bem com vocês?

Hoje vamos continuar falando de bolsa de valores, que insisto, é um excelente caminho para que alcancemos a nossa independência financeira. O que chamou minha atenção desta vez, foi este texto (clique aqui), falando que a rede social Twitter pode prever o movimento da bolsa. Você agora deve estar pensando algo assim: "Peraí! O Twitter pode prever o movimento da bolsa? Manda ele me dar os 6 números da próxima Mega Sena!" E é o que eu também penso disso.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Mercado de ações: a cultura do país também interfere

Olá, Caros Leitores,

Outro dia, durante uma conversa com Nelson Costa, que é meu colega na Superintendência Estadual da Bahia do BNB, recebi a sugestão (e agradeço) de escrever sobre o momento de baixa do mercado de ações brasileiro e como o investidor está se comportando a respeito.

quinta-feira, 16 de junho de 2011

A importância das novas regras dos cartões de crédito.

Olá, pessoal!

O Banco Central adotou uma medida que contribuirá significativamente para que os brasileiros melhorem sua educação financeira e é uma medida prática: trata-se das novas regras dos cartões de crédito. Sabe-se que o cartão de crédito é um instrumento de grande valia, nos permitindo fazer compras sem usar dinheiro vivo e antecipando recursos que não temos naquele exato momento, mas o outro lado da moeda, para quem não tem controle, vem sob a forma de endividamento crônico, nome sujo na praça e poder aquisitivo severamente prejudicado.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Diversificação: fazer ou não fazer?

E aí, pessoal? Tudo bem com vocês?

Hoje vamos falar de algo que divide opiniões quando o assunto é investimentos: trata-se da possibilidade da diversificação. Mas afinal, o que é diversificar os investimentos? E quais são as opiniões que existem a respeito disso?

domingo, 5 de junho de 2011

O que é independência financeira?

Oi, Caros Leitores,

Nós já falamos em outros posts deste blog sobre o que é necessário, ou pode de fato ajudar a alcançar a independência financeira. Falamos em caminhos e alternativas rumo à independência financeira, mas o que define a independência financeira efetivamente?

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Redes Sociais: um caminho para a independência financeira

Olá, Caros Amigos!

Em outro artigo nosso (clique aqui), falamos sobre a necessidade de explorar seus talentos como novas possibilidades de ganhar dinheiro, e principalmente de realização pessoal. Neste mundo de hoje, um dos seus talentos pode estar relacionado à CONECTIVIDADE, que é a palavra de ordem do momento, e lógico, traz consigo possibilidades reais de ganhos financeiros, assim como é proposto em um artigo do Blog do E-Commerce (clique aqui).

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Gastador ou Pão-Duro? Quem você é?

Olá, Caros Leitores!

Hoje vamos conversar sobre um aspecto que influencia decisivamente na administração do orçamento doméstico: o perfil de consumo. Costumamos definir o comportamento financeiro das pessoas a partir de perfis. Todos já ouvimos falar coisas como: "Fulano é pão-duro. Passa aperto só para não gastar" ou "Cicrano é um gastador, não fica um centavo na mão dele".

terça-feira, 24 de maio de 2011

Controle a irracionalidade e comece a ganhar dinheiro!

Boa noite, Caros!

Hoje vamos voltar à questão da importância da racionalidade em relação às finanças, mais precisamente, em relação a investimentos em bolsa. Conforme já vimos antes, o comportamento humano não é totalmente racional, e essa parcela de irracionalidade é que nos leva a ter atitudes e pensamentos inadequados à nossa proposta de independência financeira. Mas de onde vem tudo isso?

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Avaliando custos e escolhendo bem

Caros Leitores,

Uma das capacidades que precisamos desenvolver para que a nossa evolução financeira seja mais rápida, é a de aprimorar nosso orçamento através de boas escolhas de como usar os recursos que temos disponíveis. Para tanto, é preciso estar disponível para assumir novas posturas e novas idéias, desapegando-se do que não nos serve mais como informação para nossas decisões.

sábado, 14 de maio de 2011

A importância dos objetivos para a independência financeira

Olá, amigos!

O processo de evolução financeira requer a definição de objetivos claros e específicos, começando por objetivos mais simples e que deverão ser alcançados em prazos mais curtos, evoluindo para objetivos mais complexos no longo prazo.

sábado, 7 de maio de 2011

Mercado de ações: praticar para ganhar!!!!

Olá, caros leitores!

Uma dúvida muito comum entre os que querem começar a investir em ações e tem receio, é exatamente sobre como começar, a perspectiva de que decisões equivocadas logo no começo das operações tragam perdas. Ter essa preocupação é muito bom, afinal, é como diz Warren Buffett, o megainvestidor em ações: "Regra nº 1: Não perca dinheiro. Regra nº2: Não esqueça a regra nº 1".

O mercado de ações, como já foi dito em outro artigo deste nosso blog (clique aqui), é cercado de mitos e apesar de aparentemente racional, o elemento psicológico também está envolvido e precisa ser treinado, para que não prejudique suas operações, como também já conversamos em outra oportunidade (clique aqui).

Então, a idéia para começar a entender na prática como funciona o mercado de ações é utilizar simuladores. Muitos profisisonais os utilizam: pilotos de avião, automobilistas, policiais, etc... O objetivo é estar preparado da melhor forma possível para quando a situação real chegar. Mas e em relação a mercado de ações, onde estão os simuladores? Estão na própria internet, usam dados reais e são gratuitos!

Lista de simuladores de mercado de ações:



Agora é mãos à obra e começar a se preparar para ganhar!

Feliz Dia das Mães e até a próxima!

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Brasil: Educação financeira X consumismo. Quem vai vencer?

Amigos,

Estava lendo uma reportagem, apresentando um estudo da Fecomercio-RJ, com resultados preocupantes: os brasileiros estão poupando cada vez menos (clique aqui). O fato é, como já haavia dito, preocupante por algumas razões, a saber:

- Este fato evidencia que apesar dos esforços das empresas e consultores especializados, a educação financeira continua sendo privilégio de poucos;

- Apesar das mudanças positivas experimentadas pela economia brasileira desde 1994, que aumentaram o nível de renda das famílias, o ato de poupar ainda está fora dos planos das pessoas, ou seja, não há interesse;

- O que fica claro é que os apelos consumistas ainda tem uma influência muito maior sobre as pessoas do que a necessidade de equilíbrio, de planejamento e de investimento;

- Além de tudo, como os volumes poupados continuam muito baixos, a economia brasileira dispõe de poucos recursos para financiar projetos e investimentos das empresas, aumentando a taxa de juros, o que também prejudica exatamente a capacidade de consumir das pessoas.

A luta para que a educação financeira seja um aspecto que faça parte das decisões das famílias, está apenas no começo e muito precisa ser feito para que todos se conscientizem que poupar e investir não são coisas importantes apenas para si, mas também para o desenvolvimento econômico do país, ou seja, para o bem comum, que mais à frente, serve aos interesses individuais.

Abraços a todos e até a próxima, 

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Investimento: informação é fundamental

Caros Leitores,

As oportunidades de aprimorarmos nossos investimentos estão por aí, espalhadas, e até certo ponto de fácil percepção. Hoje vi a notícia de que a BMF&Bovespa, a principal bolsa de valores do Brasil, está lançando mais um índice de avaliação do desempenho das ações negociadas: é o Índice Dividendos.

Vocês podem se perguntar: "Mas e daí? Como isso me ajuda a investir melhor?" Ajuda, na medida em que muitos investidores estabelecem estratégias de escolha de ações que buscam exatamente isto, as ações que pagam os maiores dividendos frente a seu valor, o chamado dividend yield. Eis aí, gratuitamente, uma informação que pode significar a diferença entre o êxito ou o fracasso de sua estratégia de alcance da independência financeira.

Assim como temos esta informação, outras também estão disponíveis no mesmo site (clique aqui) e vocês poderão conhecer muito mais sobre o mercado de ações e também de Educação Financeira, algo em que a Bovespa sabiamente investe e que ajudará, e muito, a aumentar os volumes de negócios com ações e outros ativos relacionados.

Abraços a todos e até a próxima,

domingo, 24 de abril de 2011

Oniomania: conhecer para combater

Amigos,

No nosso artigo anterior, falamos de racionalidade nas finanças, quando citei uma entrevista com Jurandir Sell Macedo Jr, observando que a despeito do que foi considerado durante muito tempo, não somos totalmente racionais quando o assunto é dinheiro. Falamos também sobre o ramo de Finanças Comportamentais, que é uma combinaçao da Psicologia com a Economia e tem nos fornecido boas explicações para o nosso comportamento. 

Dentro das questões comportamentais que interferem nas finanças, talvez a mais conhecida seja a oniomania, que é o consumo compulsivo (clique aqui), que exige cuidados, exige tratamento psicológico, pois tem origem em frustrações e outros elementos depressivos. O consumo compulsivo gera uma série de constrangimentos e prejuízos, ainda mais quando não é compreendida adequadamente ou tratada apenas como "folclore".

Uma pessoa ou uma família que tem alguém com oniomania jamais prosperará financeiramente, pois terá grandes dívidas em cartões de crédito, cheques especiais e outras formas de empréstimo e tudo isso porque compra sem planejamento e depois se arrepende, tal qual um usuário de drogas. Junte-se a oniomania à falta de educação financeira que o brasileiro médio apresenta e o estrago estará feito.

Então, meus amigos, se você tem alguém assim na sua família, verifique a possibilidade de tratamento psicológico, pois precisamos mesmo combater a oniomania.

Abraço e até a próxima.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Finanças Pessoais: até que ponto você é racional?

Caros,

Cuidar das nossas finanças não é tão simples quanto muitos querem fazer parecer. Exige alguns cuidados, tendo em vista que apesar de aprendermos na escola que o ser humano é o único animal racional, as coisas não são bem assim. Do contrário não teríamos atitudes irracionais, inclusive na hora de administrar as finanças.

De onde vem esses momentos de irracionalidade? Vem do nosso psicológico, que sob pressão ou em situações desagradáveis, pode nos levar a tomar decisões infelizes, ou irracionais. O dinheiro mexe com nossas emoções e os efeitos das más decisões financeiras, todos nós conhecemos: orçamentos que superam as rendas, dificuldade de pagar as contas, aumento do endividamento sem que rendas extras sejam geradas, o que deriva em dificuldades nas outras áreas da vida.

Esta discussão é também objeto da Economia, o que faz dela uma ciência social aplicada (e não exata como muitos pensam) e que combinada à Psicologia, forma o ramo das Finanças Comportamentais, uma área carente de estudiosos. Entretanto, há uma sumidade, o Dr. Jurandir Sell Macedo Jr., que concedeu recentemente uma entrevista (clique aqui) bastante abrangente e interessante sobre o tema. Essa leitura nos permite entender melhor como e porque somos irracionais em algumas situações.

Abraço e Feliz Páscoa a todos!

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Novas formas de investimento

Amigos,

O momento pelo qual passa a economia brasileira, com relativa estabilidade inflacionária, há quase 17 anos, aliado a outros fatores como a taxa de juros servindo de controle da inflação, bem como a conscientização das pessoas a respeito da necessidade de investir, tem motivado o mercado a criar produtos que atendam determinadas necessidades.

A possibilidade de comprar títulos da dívida pública, através do Tesouro Direto, economizando em taxas, inclusive já comentada neste blog (clique aqui), é uma destas opções de investimento. A idéia é gerar a maior rentabilidade possível, conquistando o investidor, dentro de determinados parâmetros.

Desta forma, surgiu e fiquei sabendo através de uma reportagem (clique aqui), a existência das letras financeiras, um ativo similar aos CDB´s, mas com maior rentabilidade, inclusive quando comparado aos títulos do Tesouro Direto com composição similar. Claro que existem algumas restrições, mas que fazem parte da lógica de investimentos: a rentabilidade é diretamente proporcional aos riscos assumidos.

Entretanto, a questão principal é: ao investir, procure alternativas, pesquise, verifique os produtos disponíveis, avalie se eles se adequam aos seus planos. O importante é investir e tornar seu futuro melhor.

Abraços e até a próxima,

terça-feira, 12 de abril de 2011

O poder dos pequenos valores (Parte II)

Pessoal,

Dando continuidade ao nosso último post, vamos falar sobre o cumprimento de objetivos financeiros a partir de pequenos valores. No último artigo, demos um exemplo de uma família que economiza R$ 0,50 a cada dois dias e com isto acumula R$ 7,50 em um mês, o que dá R$ 45,00 em um semestre. Imaginemos que esta família, a cada 6 meses, deposite estes R$ 45,00 em uma caderneta de poupança e vamos imaginar uma rentabilidade de 0,55% ao mês. Ao fim de 2 anos seriam R$ 195,57, um valor que já permite (em caso de promoções) até mesmo comprar passagens aéreas de ida e volta!

Volto a abordar a necessidade de periodicamente aplicar o dinheiro na caderneta, não só para evitar o "entesouramento", mas para gerar alguma rentabilidade. Vejam este exemplo (clique aqui) de um homem que acumulou R$ 34.000,00 em moedas de R$ 1,00, comprando com este dinheiro um carro novo. Se ele tivesse aplicado periodicamente estas moedas, possivelmente ainda teria alguma sobra.

Agora, falemos sobre valores um pouco maiores. Imaginemos que você destine R$ 30,00 mensais, do seu salário, para a caderneta de poupança, considere que a rentabilidade é de 0,55% ao mês. Ao fim de 36 meses serão R$ 1.421,28. É preciso ter objetivos claros e perseverar, para que possa realizá-los. Se o valor aplicado mensalmente for de R$ 50,00, com a mesma rentabilidade, você terá R$ 1.984,56, hoje um valor que permite a compra de um televisor LCD.

Observe apenas que o "segredo" é que estes objetivos não podem ser seus objetivos financeiros principais, tem que ser objetivos secundários, para que o tempo não pareça tão longo e este hábito seja mais facilmente adquirido.

Abraços a todos e até a próxima,

sábado, 26 de março de 2011

O poder dos pequenos valores (Parte I)

Amigos,

Uma discussão que existe e relaciona-se a comportamento financeiro, diz respeito à importância ou não de guardar pequenos valores. De cara, tomo partido favorável a administrar os pequenos valores com cuidado parecido com o que damos aos grandes valores.

Pequenos valores são, por exemplo, moedas recebidas como troco de compras na padaria. Estes valores, isoladamente são irrisórios, mas podem ocorrer várias vezes ao longo de um período, que pode, por exemplo, ser de um mês. Imaginemos que em uma residência, faça-se compras na padaria a cada dois dias, com R$ 0,50 de troco. R$ 0,50 a cada dois dias, significam R$ 7,50 ao fim de um mês. Ao fim de seis meses serão R$ 45,00 guardados, que podem servir para pagar (ou ajudar a pagar) uma conta ou podem ser depositados em uma caderneta de poupança.

Como poderemos ver neste artigo (clique aqui), há uma preocupação muito grande com este fenômeno, chamado pelos economistas de "entesouramento", que resulta na falta de moedas circulando na economia. Por isto é que se recomenda que, quando guardar moedas, depois de algum tempo deposite este valor num banco, permitindo assim a circulação das moedas sem que você interompa seus planos pelo meio.

Há ainda aqueles que dirão coisas como: "você é um pão-duro", "deixe de ser mesquinho", "é por isso que o supermercado nunca me dá o troco certo" e coisas parecidas. Não se preocupe com isso, faça o que você tem de fazer e atinja seus objetivos. Essa economia serve inclusive como exemplo para as crianças, que precisam também ser educadas financeiramente, confome já citamos neste blog (clique aqui).

No próximo post, vamos mostrar exemplos práticos de como alcançar objetivos (pequenos e grandes) com esta prática de administrar pequenos valores, não só moedas, mas valores um pouco maiores, economizados diretamente do seu salário.

Abraço e até a próxima,

terça-feira, 22 de março de 2011

Solteiros x Casados: quais são as diferenças na vida financeira?

Amigos,

Um texto da excelente psiquiatra Regina Navarro Lins (twitter @reginanavarro) aborda as implicações da escolha pelo casamento, e nesse texto, ela faz uma citação a um estudo francês que mostra as diferenças financeiras da vida de solteiro para a vida de casado.

O estudo citado por Regina Navarro mostra que:

- solteiros compram três vezes mais livros que os casados;
- solteiros vão duas vezes mais ao restaurante que os casados;
- solteiros vão nove vezes mais ao cinema que os casados;
- solteiros gastam dez vezes mais que casais em viagens de fim de semana e férias.

O que isto significa? Financeiramente falando, significa que a decisão de casar e constituir uma família, como tudo na vida, implica em PLANEJAMENTO, uma palavrinha que vai sempre permear nossos textos, porque ninguém fica independente financeiramente ou rico sem se planejar. E além de PLANEJAMENTO, significa fazer escolhas, afinal a escala de prioridades se altera substancialmente com a constituição de uma família.

A importância de ter consciência destas coisas é que, ainda que pareça óbvio, existe muita gente se frustrando em relação ao casamento, pela mudança do perfil do orçamento, que antes dava mais margem para o consumo de bens não essenciais, e também pelo fato de que os divórcios, segundo um estudo realizado por pesquisadores americanos, são a principal causa de dilapidação de patrimônios. Desta forma, sob todos os aspectos, inclusive o financeiro, o casamento é uma decisão que marca o resto da vida das pessoas.

A intenção deste artigo não é defender nem contestar a instituição chamada casamento, mas simplesmente auxiliar no entendimento das implicações FINANCEIRAS desta decisão, e contribuir para que quando tomada, esta decisão seja exitosa ao menos FINANCEIRAMENTE.

Até a próxima e um abraço a todos.

segunda-feira, 14 de março de 2011

Planejamento Financeiro

Amigos,

Prometido e cumprido! Estou postando uma entrevista (clique aqui) que concedi por telefone ao excelente jornalista Jefferson Beltrão, da Rádio CBN Salvador, no dia 03/01/2011, abordando aspectos de planejamento financeiro familiar.
Então, espero que gostem e consigam extrair alguma idéia que facilite a vida de vocês.
Forte abraço e até a próxima!

domingo, 6 de março de 2011

Fazendo as pazes com o "Leão"

Olá, amigos leitores. Depois de um período de ausência por compromissos diversos, estamos de volta. E tratando de um tema com o qual temos de lidar todos os anos: o Imposto de Renda.

Todo ano, nós fazemos uma declaração anual de ajuste do imposto de renda. O que isto significa? Que ao longo do ano anterior inteiro, houve descontos em nossos salários, relativos ao que cabe ao Estado, sobre a renda. Entretanto, os descontos podem ter sido maiores do que o valor devido, ou menores do que o valor devido, haja vista fatores como dependentes, despesas médicas e com planos de saúde, além de despesas com educação formal. O momento de informar tudo isto é o da declaração anual, o que pode te devolver uma parte do que foi pago (restituição) ou te fazer pagar mais imposto.

E como estamos falando de receber recursos extras ou ter gastos extras, precisamos entender os impactos disto nas nossas finanças, o que é até certo ponto simples de entender.

Se o resultado da declaração for de que você tem mais imposto a pagar, é um sinal de que você está ganhando bem (teoricamente). Você precisará definir como pagar, se à vista ou em até 8 vezes. Faça as contas e analise como encaixar esta despesa no orçamento e comece a separar um pedacinho do seus próximos salários para o (provável) pagamento do ano seguinte.

Se o resultado for de que o governo vai restituir uma parte do valor cobrado, separe pelo menos 50% (a depender do valor) para o pagamento de dívidas, especialmente aquelas de cheque especial e cartões de crédito, com taxas de juros muito altas.

E evite os créditos chamados de antecipação do Imposto de Renda, que se baseiam em quanto você acha que vai restituir e claro, cobram juros. Só que existem duas questões importantes a considerar: 1ª) Ninguém sabe ao certo em que mês vai receber a restituição e 2ª) Uma única falha no preenchimento pode signficar um valor muito mais baixo a restituir de fato ou até mesmo ter de pagar mais impostos.

Então, faça sua declaração com todos os cuidados que os especialistas ensinam e a depender do resultado, tome suas decisões financeiras, mas sugerimos evitar as antecipações, especialmente se não estiver endividado e puder aguardar.

Um abraço e até a próxima,

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Investir e economizar: tudo ao mesmo tempo agora!

O pensamento comum diz que para investir é preciso fazer um orçamento doméstico, controlar os gastos, buscar os menores preços, economizar recursos e por fim, aplicar os valores disponíveis. Se mudarmos um pouco o processo, começando pela formação de um orçamento que já nos garanta a destinação de recursos para investir, estaremos fazendo planejamento financeiro.

Porém, o que pouca gente observa ou leva em conta é que precisamos estar sempre atentos para economizar, até mesmo na hora de investir! Aí, você pode estar se perguntando: “o que esse cara quer dizer com isso”? O que quero dizer é que sua rentabilidade ou sua remuneração podem ser prejudicadas ou até mesmo ficar negativas, por custos desnecessários de investimentos. Vejam estes exemplos:

- Há fundos de investimentos em ações do tipo “Fundo de Investimento em Ações – Empresa X”, que cobram taxa de administração e só tem ações da Empresa X em sua composição. Ora, se é para fazer isso, uma carteira com ações de uma só empresa, você mesmo pode fazê-lo e economizar essa grana da taxa de administração.

- No caso de quem opera via home broker (comprando e vendendo ações diretamente sem estar num clube ou fundo de investimentos), o gasto excessivo pode acontecer com quem compra e vende ações com muita freqüência, o que gera gastos com tarifas de corretagem, emolumentos e custódia e que se é um problema para você, será a alegria do corretor, pois isso trará um aumento em sua remuneração.

- A maioria dos fundos dos bancos é composta apenas ou quase totalmente de títulos da dívida pública, que podem ser adquiridos diretamente por você no site www.tesourodireto.gov.br, também economizando a taxa de administração, apesar de que aqui há mais trabalho, devido às oscilações da economia, que ora favorecem títulos pré-fixados (remuneração conhecida na hora da compra do título), ora favorecem os pós-fixados (remuneração atrelada a alguma taxa ou índice inflacionário e que só é possível saber a remuneração na hora do resgate).

Entretanto, nem toda taxa de administração ou comissão que se cobra é efetivamente prejudicial a você. Por exemplo: se você quer investir em ações, mas sabe pouco, a primeira medida é informar-se através de livros e revistas e conhecendo o mercado através de simuladores, mas se mesmo assim você entender que precisa de ajuda profissional ou entende que tem pouco dinheiro ou pouco tempo para criar e gerenciar uma carteira, o serviço de uma boa corretora vai ser importante, e óbvio, terá de ser pago.

Enfim, avalie com calma como investir seu dinheiro, aproveitando para economizar inclusive na hora de investir e se tiver mesmo que pagar por serviços financeiros, pague por aqueles que vão resolver problemas ou te dar uma vantagem que você não poderia conseguir sozinho.

Até a próxima e abraços a todos, 

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Meu autógrafo por US$ 1

Certamente o leitor, ao ler este título, pensará “mas pra quê eu quero o seu autógrafo? Nem te conheço...” Mas, e se o autógrafo for do seu artista favorito? Mais ainda: se ao invés do autógrafo, você recebesse desse mesmo artista uma música feita em sua homenagem ou seu nome nos créditos de um filme do seu cineasta favorito?
Parece impensável, mas isso está começando a se tornar realidade. Talvez não aconteça relacionado a grandes artistas ou cineastas consagrados, mas aquele diretor independente ou aquela banda nova que está a espera da oportunidade certa para estourar nas paradas podem fazer isso por seus fãs. Grupos folclóricos regionais e manifestações artísticas ameaçadas de extinção por falta de recursos também podem se beneficiar da novidade.
Com a nova economia proporcionada pela Internet, grupos de dança, músicos, diretores, artistas plásticos e outros atores do Mercado Cultural mundial podem arrecadar fundos para produzirem seus trabalhos tendo como apoiadores não mais agentes financeiros ou mecenas endinheirados, mas centenas ou milhares de fãs espalhados pelo mundo todo. Isto se chama crowdfunding (financiamento coletivo de projetos ou, literalmente, financiamento proveniente de uma multidão).
O princípio básico do crowdfunding é o mesmo que explanei neste artigo: obter pequenos valores de cada pessoa - interessada no artista ou na obra - que pode doar a partir de US$1. Existem vários sites especializados nesta modalidade de financiamento, sendo que no Brasil o pioneiro é o Catarse. Em troca, os financiados podem oferecer aos seus patrocinadores aquilo que eles querem receber de seu artista favorito: um reconhecimento pessoal, um CD autografado, um pôster, uma citação no blog oficial...
A grande sacada nisso tudo é que sai de cena a dependência de fontes de recursos governamentais, que geralmente são burocráticos e limitados, bem como do chamado mainstream da Indústria Cultural, para haver uma saudável relação direta entre o artista e o seu público. É o fim das gravadoras e dos grandes estúdios? Não, longe disso. Antes é uma forma de dar fôlego aos novos talentos que ainda não foram descobertos e que inundam sites de compartilhamento como Youtube e MySpace. Além disso, crowdfunding está intimamente ligado a redes sociais e seu funcionamento. Em outras palavras, é uma outra forma do artista medir sua aceitação e construir um relacionamento mais íntimo com seu próprio público, que pode inclusive interferir na produção, sugerir alternativas e conhecer de antemão novidades relacionadas ao financiado.
Eu mesmo conheci no Facebook uma jovem artista de 14 anos que tem tudo para ser a Miley Cyrus brasileira: bonita, talentosa, canta perfeitamente em inglês, multiinstrumentista, trata em suas letras de assuntos que interessam ao seu público, sem deixar de encantar as audiências mais maduras, que se solidarizam com sua garra em tentar buscar seu próprio espaço. Talvez ela não tenha necessidade ainda de fazer uso do crowdfunding, e talvez nunca o utilize, mas certamente seria uma candidata típica a esse tipo de apoio. Ela já usa os demais recursos disponíveis na Internet para a divulgação do seu trabalho. No caso de precisar de mais um empurrãozinho, saberia a quem pedir recursos quando precisasse.
Por outro lado, os administradores dos sites de crowdfunding cobram entre 5 e 30% do total arrecadado em cada projeto, o que é bem menos do que o normalmente negociado pelas agências e gravadoras. Ou seja, todo mundo sai ganhando.
Se você se interessou por esse assunto e quer ajudar seu artista desconhecido favorito ou ser ajudado em um projeto cultural que esteja há um bom tempo esquecido na gaveta por achar que nunca ninguém iria dar valor ou financiar, leia este artigo da Universia e acesse o blog da Crowdfunding Brasil.
Desejo-lhe boa sorte nos seus projetos!
Ah, e se quiser me doar US$1, eu posso lhe mandar o meu autógrafo, com muito prazer! =D

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Entrevista: Marcelo Ferreira em 13/08/2010

Amigos,
Ouçam esta entrevista (clique aqui) que concedi por telefone ao excelente jornalista Jefferson Beltrão, da Rádio CBN Salvador, no dia 13/08/2010, quando o blog nem existia ainda.
Percebam que nela apesar de falar de orçamento, de direcionamento de recursos, de investimentos, de aplicações financeiras, tudo isso precisa de algo muito importante: informação. Esta é uma das palavras chave em termos de educação financeira.
Então, espero que gostem, e em breve postarei outra entrevista que concedi ao mesmo jornalista, no dia 03 de Janeiro deste ano.
Forte abraço e até a próxima!

domingo, 9 de janeiro de 2011

The Golden Voice e os talentos de cada um

Recentemente tornou-se um fenômeno de mídia nos Estados Unidos e no mundo todo a história do locutor Ted Williams, que viveu como sem-teto por 10 anos. Descoberto “por acaso” numa esquina por um jornalista do Columbus Dispatch, um periódico do estado americano de Ohio, apenas três dias de exibição do vídeo no Youtube foi o suficiente para receber ofertas de trabalho na MTV, Fox e inclusive para a OWN – Oprah Winfrey Network. Por fim, aceitou trabalhar como locutor em tempo integral do Quicken Loans Arena, dos Cleveland Cavaliers, com direito a moradia custeada pelo time de basquete.
Naturalmente, surgiram na mesma velocidade notícias e artigos acusando Williams de ser uma farsa, que ele é um foragido procurado pela polícia, entre outras coisas. Os fãs o defendem veementemente, e os céticos torcem o nariz para o mais novo queridinho da América. E ainda chovem ofertas de trabalho para o recém-empregado locutor.
“Tudo bem”, diria o leitor, “e o que isso tem a ver com Enriquecimento Total?” Como o título do blog sugere, falamos aqui não apenas de enriquecimento ligado a bens e dinheiro, mas também a outros aspectos da vida humana que, de uma forma ou de outra, também acabam gerando riqueza. Se Ted Williams é um foragido da polícia, uma farsa ou um produto para corroborar a filosofia do “American Way of Life” - conforme este artigo de David Sirota – hoje é algo irrelevante. O que verdadeiramente importa agora é como ele vai aproveitar a oportunidade. Na história dos Estados Unidos, o surgimento de “self-made men” que agarraram uma chance de crescimento na vida em meio a um ambiente de recessão econômica, como os novos milionários pós-crise de 1929, é cíclico. Mas, muito mais que isso, esse exemplo nos traz algumas lições importantes.
A primeira tem a ver com nossa visão crítica acerca de nós mesmos e dos potenciais que possuímos. Ter uma boa voz para locução ou canto, uma mão de fada para a culinária, uma capacidade inata para escrever artigos e textos literários, habilidade com números e cálculos matemáticos, entre outras capacidades, tudo isso deve ser visto como um bem precioso. E, como todo bem, deve ser utilizado para não ser perdido. A fábula dos talentos, proferida por Jesus Cristo, é explicita sobre esta questão. Talento não foi feito para ser enterrado, mas para ser utilizado da melhor maneira possível – inclusive, se cabível, gerando lucro.
A segunda lição tem a ver com Marketing. Ted Williams somente apareceu para o mundo quando foi filmado fazendo seu “trabalho” na esquina de uma rodovia americana, e esse filme foi parar na Internet. Isso me lembra uma frase dita por um colega de trabalho, a qual nunca esqueci: “Todo mundo sabe que o ovo de pata é melhor que o de galinha. Mas sabe por que o ovo de galinha é o mais consumido? Porque a galinha anuncia quando põe.” Ou seja, “a propaganda é a alma do negócio”. E não se faz Marketing apenas para empresas. Já ouviu falar em Marketing Pessoal? Lembre-se sempre, caro leitor: Internet e boca a boca, para a maioria dos mortais que não possuem acesso às mídias tradicionais, têm um efeito extraordinário. São as atuais ferramentas do Marketing Multinível e isso não se resume a determinadas empresas que vendem complementos alimentares e cosméticos.
A lição seguinte está ligada à anterior: ofereça uma amostra grátis da sua competência. Para que os outros saibam do que somos capazes, precisamos fazer/oferecer alguma coisa, ainda que não recebamos nada em troca. Williams oferecia sua voz por uns trocados, é verdade, mas a voz dele vale muito mais hoje. Na verdade, ela sempre valeu muito, mas ele não acreditava nisso e acabou ofuscando o próprio talento, afundando no vício. Como também disse Cristo em Mateus 5,14: “Nem se acende a candeia e se coloca debaixo do alqueire, mas no velador, e dá luz a todos que estão na casa.”
As oportunidades estão aí para quem quiser pegá-las, seja nos Estados Unidos, no Brasil ou no continente africano. Cabe a cada um de nós estar preparado. E isso não é fruto do acaso. É uma combinação de ingredientes, como os que vimos nas lições acima, que culminam na premiação àquele que não desiste de acreditar numa vida melhor e mais rica.
Se para um norte-americano sem-teto, no meio de uma das mais profundas depressões econômicas do último século, deu certo, por que para nós, no Brasil de economia aquecida, não daria?
Muito sucesso para todos!

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Rico aos 30, "pero no mucho"...

Estive lendo a reportagem de capa da Você S/A do mês de dezembro, que trata justamente do nosso foco aqui no Enriquecimento Total: Educação Financeira e Finanças Pessoais. Apesar de ter gostado da matéria, especialmente das informações sobre conjuntura econômica, tipos de aplicações e ranking dos melhores produtos financeiros oferecidos no país, é inevitável fazer algumas ressalvas.
Uma delas está nos exemplos apresentados, que são exceções num Brasil de assalariados de nível médio ou superior sem pós-graduações. Quando um jovem executivo bem sucedido na carreira, que antes dos 33 anos já assumiu cargos de diretoria de uma multinacional, tendo morado inclusive em outros países, solteiro e sem filhos, diz que aplica até 60% do salário em fundos conservadores e hoje possui um patrimônio de mais de R$ 1 milhão, não se trata de um exemplo plausível para a maioria dos brasileiros. Com isso, o público-alvo da reportagem se afastou completamente do público leitor da revista.
Para completar, o mesmo investidor, com o dinheiro que acumulou, adquiriu um imóvel de R$ 600 mil reais, ou seja, imobilizou 60% dos investimentos, o que, pelas boas práticas de Educação Financeira, não é um bom negócio. Um imóvel desse porte possui baixa liquidez – é difícil de revender num caso de necessidade – e exige muito em manutenção, dilapidando recursos que poderiam ser reaplicados.
Outro aspecto é o crédito versus investimentos. Nem sempre comprar a prazo é um mal, conforme este artigo do Marcelo. Depende muito do valor do bem e das condições de pagamento. Entre comprar um bem à vista ou a prazo sem juros – ou com juros menores do que os obtidos em um fundo de investimento de curto prazo –, melhor esta última opção, aplicando (ou mantendo aplicado) o valor à vista que seria pago pelo bem. Ou seja, ter investimentos sem deixar de consumir é uma realidade para todos, não apenas para aqueles que possuem grandes montantes investidos. A questão é apenas criar o hábito de poupar e comprar com sabedoria.
Isso vale também para a aquisição do imóvel próprio: nem sempre é obrigatório – ou mesmo possível – adiar a aquisição para fugir dos financiamentos. Ainda mais quando se é assalariado com carteira assinada, o FGTS pode ser usado para abater significativamente o saldo principal do investimento, o que reduz prazos e, consequentemente, os juros cobrados. O importante, aqui, é adquirir um imóvel que esteja dentro dos limites de endividamento do investidor.
De maneira geral, a matéria vem em boa hora, pois as perspectivas do mercado interno são boas para o pequeno investidor. A elevação da Selic já anunciada desde o mês passado vai tornar os investimentos indexados por essa taxa cada vez mais atraentes. A oferta de empregos também se encontra aquecida, contudo é necessário que o candidato invista em qualificação. Conforme Jon Hanson, o investimento em si próprio é a dívida boa, que deve ser incentivada, pois traz benefícios no médio e longo prazos.
Portanto, caro leitor, este é o momento para começar a investir de maneira consciente e fazer disso um hábito. Que não seja 60% do salário, mas entre 10 e 20%, religiosamente. Comece pelo mais conservador dos investimentos, a caderneta de poupança. Procure informações sobre produtos e serviços bancários, clubes de investimento, ações blue chips e small caps, títulos do Tesouro Nacional, enfim, pesquise, leia, informe-se! Depois de conhecer bastante, decida em quais tipos de fundos e aplicações investir e mantenha a disciplina. Você pode não chegar ao R$ 1 milhão aos 30 anos, mas estará no caminho certo para a independência financeira e uma aposentadoria com qualidade de vida.
Sucesso e bons investimentos!

Crédito: benção ou maldição?

Amigos, para este artigo, pensaremos de forma inversa, já começando pela resposta: crédito é uma maldição para quem não tem controle, e é uma benção para quem tem controle, aliás, como tudo que se refere a finanças pessoais.
Os especialistas, de forma (até onde sei) unânime, defendem que as compras sejam sempre realizadas à vista, o que evidentemente é bom, já que promove uma economia de juros e outros encargos financeiros. Entretanto, percebo que pouco se fala sobre o uso responsável do crédito e como este pode, de fato, contribuir para a realização de seus desejos/necessidades, sem, no entanto, lançá-lo no abismo do endividamento crônico.
Agora você deve estar se perguntando: “como é que eu posso usar crédito, de forma responsável, sem me meter em uma roubada?” E eu respondo, fazendo como estamos propondo, logo abaixo:
1º: Evite usar o crédito na compra de bens perecíveis ou de rápido consumo, ou seja, compras de supermercados. O motivo é que estas compras precisam ser feitas a cada 30 dias, no máximo, e se você dividir cada compra dessas em 3 parcelas, logo você estará acumulando dívidas por compras já consumidas.
2º: Limite suas despesas com crédito. A soma das faturas dos seus cartões de crédito, empréstimos bancários, carnês e outras dívidas, jamais deve ser pesada a ponto de impedir que você cumpra com as demais obrigações, inclusive a maior delas: investir para sua independência financeira! Controle tudo com uma planilha e você saberá se pode pagar, e quanto pode pagar nas parcelas daquele sapato novo ou celular da moda.
3º: Não saia aceitando qualquer proposta de crédito. Existem ofertas de crédito que são maldições por natureza! Avalie com calma a taxa de juros de cada uma e evite ter mais que 4 ou 5 possibilidades de dívidas.
4º: Não encare os cartões de crédito como extensões de seu salário. Ter um limite alto é bom apenas para atender EMERGÊNCIAS, fora isso, o que vale é o item 2 (“Limite suas despesas com crédito”). Ah! Lembre-se de sempre pagar o valor total das faturas, do contrário, você estará refinanciando valores que já deveriam estar quitados.
5º: O que falamos acima, também vale para o Cheque Especial, que também não é extensão de seu salário e tem taxas de juros altíssimas. Entretanto, ele também tem seu valor, para EMERGÊNCIAS que vão ser rapidamente resolvidas. Se usou o Cheque Especial e percebeu que não vai cobri-lo logo, providencie um empréstimo tipo CDC (Crédito Direto ao Consumidor) e reponha o valor na conta. Desta forma, você deixa de pagar 10% a.m. de juros para pagar uma taxa inferior à metade.
Agindo desta forma, e pesquisando sobre outras possibilidades de uso responsável do crédito, você terá um importante aliado para alcançar seus sonhos, e contribuirá com o desenvolvimento da economia brasileira.
Até a próxima! E agora você pode se comunicar conosco através do e-mail: enriquecimentototal@hotmail.com

sábado, 1 de janeiro de 2011

Como controlar o orçamento doméstico

Começa mais um ano, e com ele, as pessoas fazem diversas resoluções, sendo que uma delas normalmente é (ou ao menos deveria ser): “controlar meu orçamento doméstico”.  Porque? A razão mais óbvia, e creio, a que é mais pensada pelas pessoas, é evitar que seus gastos extrapolem sua renda. Só que existe algo ainda maior e que está encoberto por esta visão inicial: a possibilidade de ter recursos para investir (seja num negócio, em ações, em moedas estrangeiras, etc...) e alcançar a independência financeira.
Porém, vamos falar mesmo é de controle de orçamento propriamente dito, em termos básicos. A primeira coisa que deve ser feita, é um rigoroso registro de todos os gastos (de qualquer valor) por um período de 2 ou 3 meses. Após isto, haverá uma definição mais clara da destinação de sua renda. Uma vez feito isto, será preciso verificar a natureza de suas despesas, que conforme José Pio Martins, se dividem em: obrigatórias fixas e variáveis e não-obrigatórias fixas e variáveis.
Em linhas gerais, entendemos que: despesas fixas são aquelas cujo valor está definido e sabe-se quanto será gasto mensalmente. Já as despesas variáveis são aquelas cujo valor não é pré-determinado. Quanto à obrigatoriedade, explico que as despesas obrigatórias são as essenciais, como: energia elétrica, água, vestuário e moradia. As despesas não-obrigatórias são as não essenciais à sobrevivência.
Desta forma, agora que as despesas são conhecidas e estão classificadas, pode-se determinar de onde cortar gastos, e proponho duas coisas:
1ª: que este corte não se restrinja a apenas uma despesa (desde que não seja uma despesa totalmente dispensável), que reduza um pouco dos valores de diversas despesas, para que o efeito psicolólogico não seja tão contundente.
2ª: priorize os cortes de despesas não-obrigatórias variáveis, por serem as menos essenciais, nas quais pode-se realizar os cortes que sugeri acima, e pelo fato de serem as que mais são propagandeadas para nós, consumidores.
Agindo assim, você está sendo responsável consigo mesmo e sua família, e colocando-se em posição de realizar investimentos.
Desejo um Feliz, rico e próspero 2011!!!!